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os agilistas

A verdade é que o agilismo vai além da tecnologia

A verdade é que o agilismo vai além da tecnologia

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DIULIA: E até me lembro de um discovery que a gente fez, um processo que foi até bem legal assim, desde o começo o cliente identificava que precisava de um mapeamento. Então, eles não tinham uma visão clara sobre uma solução digital específica, nem nada do tipo, nem de adaptação de ferramenta deles. E a gente fez o mapeamento de uma série de subáreas que compunham uma área. E foi muito legal, porque no final a gente foi dividindo em uma lógica de priorização entre o que era quick win, o que era estratégico, mas era complexo de fazer. E eles criaram toda uma inteligência do lado deles para poder ir concluindo essas ações com muito mais visibilidade do que fazia sentido puxar a cada momento. Não saiu nenhuma solução digital para a gente poder trabalhar, de imediato, pelo menos, eles entenderam que naquele momento eles precisavam focar nos ajustes de processo mesmo. E foi interessante, como a gente mapeou praticamente todos as subáreas que compunham aquela área, a gente escutou, inclusive, pessoas que já estavam na empresa há 10 anos virarem para a gente falando, “É a primeira vez que alguém me pergunta sobre como é que eu atuo. É a primeira vez que alguém me pergunta sobre o meu processo”. E que a pessoa se sentiu visível em relação à empresa. Então, é interessante que a gente olhe para esses processos de descoberta, o product discovery, discovery de maneira mais ampla, como uma oportunidade de realmente entendimento sobre o contexto, com essa possibilidade de, assim, não é porque a gente conversou inicialmente, comercialmente, que a gente precisa levar para uma solução digital. Igual você comentou, a dti é muito transparente nesse sentido, a gente quer se posicionar sempre como parceiro do cliente. E, como parceiro, a gente não quer dinheiro a qualquer custo. A gente quer fazer soluções que realmente façam sentido, que gerem valor. E, para isso, esse senso crítico é essencial, E assim, normalmente, quando a gente olha para um cenário, igual a gente vem comentando. Cliente chegou, trouxe demanda, a gente vai conversando, vai alinhando. O que é preciso, o que é importante ter em mente na hora de trabalhar por essa busca na solução por um problema? O que que normalmente são perguntas que são feitas ou momentos de reflexão que precisam acontecer? Você comentou também de alinhamento de expectativa. 

GABRIEL: Quando a gente está discutindo ali com o cliente, trazendo esses tópicos, a gente sempre faz primeiro uma visão geral, o que está acontecendo, o que é o problema e a gente entra nesse processo que você comentou, Júlio, de conversar com as pessoas, entender, dar visibilidade para elas e a gente cria, principalmente, com as ferramentas de design, a gente consegue criar uma visão de quais são realmente as dores daquilo e a gente trabalha em qual é o nosso foco em cima dessas dores, muito mais do que necessariamente atuar em ferramentas e já parte para parte de solução. Então, a gente trabalha muito mais para que a gente está precisando fazer e o que está alinhado com a expectativa da empresa e a gente vai ligando nesse processo do discovery para visão de solução ali no final. 

DIULIA: E até me lembro de um discovery que a gente fez, um processo que foi até bem legal assim, desde o começo o cliente identificava que precisava de um mapeamento. Então, eles não tinham uma visão clara sobre uma solução digital específica, nem nada do tipo, nem de adaptação de ferramenta deles. E a gente fez o mapeamento de uma série de subáreas que compunham uma área. E foi muito legal, porque no final a gente foi dividindo em uma lógica de priorização entre o que era quick win, o que era estratégico, mas era complexo de fazer. E eles criaram toda uma inteligência do lado deles para poder ir concluindo essas ações com muito mais visibilidade do que fazia sentido puxar a cada momento. Não saiu nenhuma solução digital para a gente poder trabalhar, de imediato, pelo menos, eles entenderam que naquele momento eles precisavam focar nos ajustes de processo mesmo. E foi interessante, como a gente mapeou praticamente todos as subáreas que compunham aquela área, a gente escutou, inclusive, pessoas que já estavam na empresa há 10 anos virarem para a gente falando, “É a primeira vez que alguém me pergunta sobre como é que eu atuo. É a primeira vez que alguém me pergunta sobre o meu processo”. E que a pessoa se sentiu visível em relação à empresa. Então, é interessante que a gente olhe para esses processos de descoberta, o product discovery, discovery de maneira mais ampla, como uma oportunidade de realmente entendimento sobre o contexto, com essa possibilidade de, assim, não é porque a gente conversou inicialmente, comercialmente, que a gente precisa levar para uma solução digital. Igual você comentou, a dti é muito transparente nesse sentido, a gente quer se posicionar sempre como parceiro do cliente. E, como parceiro, a gente não quer dinheiro a qualquer custo. A gente quer fazer soluções que realmente façam sentido, que gerem valor. E, para isso, esse senso crítico é essencial, E assim, normalmente, quando a gente olha para um cenário, igual a gente vem comentando. Cliente chegou, trouxe demanda, a gente vai conversando, vai alinhando. O que é preciso, o que é importante ter em mente na hora de trabalhar por essa busca na solução por um problema? O que que normalmente são perguntas que são feitas ou momentos de reflexão que precisam acontecer? Você comentou também de alinhamento de expectativa.  GABRIEL: Quando a gente está discutindo ali com o cliente, trazendo esses tópicos, a gente sempre faz primeiro uma visão geral, o que está acontecendo, o que é o problema e a gente entra nesse processo que você comentou, Júlio, de conversar com as pessoas, entender, dar visibilidade para elas e a gente cria, principalmente, com as ferramentas de design, a gente consegue criar uma visão de quais são realmente as dores daquilo e a gente trabalha em qual é o nosso foco em cima dessas dores, muito mais do que necessariamente atuar em ferramentas e já parte para parte de solução. Então, a gente trabalha muito mais para que a gente está precisando fazer e o que está alinhado com a expectativa da empresa e a gente vai ligando nesse processo do discovery para visão de solução ali no final. 

Descrição

Este conteúdo é um corte do nosso episódio: “#226 - A solução é sempre digital?”.

Nele, Diulia Almada, nossa host e Gabriel Tavares, Designer na dti digital, citam um exemplo prático de como o agilismo deve focar apenas no problema do cliente e em como isso nem sempre se resolve com tecnologia. Ficou curioso? Então, dá o play!

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