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os agilistas

ENZIMAS #148 – Sua dose de motivação diária

ENZIMAS #148 – Sua dose de motivação diária

os agilistas
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Szuster: Bom dia, boa tarde e boa noite, este é mais um episódio de
Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua
organização.
Fernanda: Oi, gente, meu nome é Fernanda, sou psicóloga, hoje atuo aqui
na DTI como líder na guilda de pessoas. E estou aqui para conversar com
vocês um pouquinho sobre motivação. Bom, gente, como o próprio nome
diz, motivação é aquilo que motiva a ação, são asrazõespelasquaisa
gente tem um impulso de realizar alguma tarefa, alguma atividade. E a
gente bem sabe que ao longo de nossa vida nem sempre a gente está
muito motivado a fazer algumas ações. Pode ser começar uma nova
atividade física, uma rotina de estudo, ou mesmo algumas tarefinhas mais
maçantes que estão presentes no nosso dia a dia de trabalho. A ciência da
motivação, ela vem sendo explorada de forma muito intensa e rigorosa. E
muitas descobertas interessantes já aconteceram. Quando a gente está
falando de um ambiente de negócio, o tema como manter os
colaboradores motivados está sempre em questão. Mas será que a gente
realmente consegue fazer isso? Conseguimos motivar outra pessoa? A
resposta que a ciência nos traz, é bem simples. Não, a gente não consegue
motivar outra pessoa. Mas isso não quer dizer que a gente está de mãos
atadas e que não podemos fazer nada em relação a isso. Algumas
descobertas acerca da motivação nos mostram que a velha prática de
recompensas e punições, que eram muito utilizadas nos programas de
prêmios, bônus e comissões, ela pode não trazer os resultados esperados.
As pesquisas mostram que, para atividades que exigem um trabalho
cognitivo, mínimo que seja, essas recompensas, na verdade podem até
atrapalhar a performance dos colaboradores. Em contextos onde temos
um trabalho que é estritamente mecânico e manual, elas podem até
funcionar. Mas, hoje em dia o foco na maioria das empresas é contratar
talentos, para que eles possam aí sim usar da sua cognição, da sua
inteligência, para a gente trazer boas soluções para asempresaseparaa
sociedade como um todo. Nesse exemplo que eu trouxe, a gente pode se
referir a essa motivação como motivação extrínseca, que ela vem de
prêmios futuros e de coisas externas. Então, seria uma motivação que está
fora do indivíduo. Mas existe também a motivação intrínseca, que é muito
poderosa. Ela acontece quando a realização da própria tarefa da atividade
em si já nos traz prazer, já é satisfatória. Por isso, a gente sempre ouve
dizer que os melhores talentos são aqueles que se motivam pelo trabalho
em si, eles realizam asatividadesdodiaadiaporquegostamdessas
atividades e não porque receberão um prêmio ao finalizá-las, ou porque o
chefe mandou, ou porque ele irá dar um reconhecimento ao final daquela
tarefa ou daquela atividade. Mas, já que a gente não consegue motivar
outras pessoas, o que a gente pode fazer? A gente pode preparar um
ambiente para que os nossos colaboradores tenham oportunidades e
momentos de autorreflexão e autoconhecimento, para que eles
entendam o que está motivando eles. Lembrando que a motivação não é
um traço nosso, do ser humano constante, ela varia. Então, seria super
importante a gente criar um ambiente favorável para que os nossos
colaboradores consigam refletir sobre o que vem motivando eles no
momento. A gente pode fazer perguntas mais provocativas, para que eles
próprios encontrem assuasprópriasrazõespararealizaralgumaaçãoou
tarefa. Além disso, o autor Daniel Pink, ele conta para a gente de três
pilares que regem a motivação Intrínseca, seriam eles: a autonomia, ou
seja, a liberdade de direcionar a própria vida, a maestria, que seria a
oportunidade de se tornar excelente em alguma competência que a gente
tem desejo, que a gente tem vontade. E por último, o propósito, o
sentimento de que a gente está trabalhando por algo maior, algo que tem
um impacto maior do que em nós mesmos, algo que vai além. Então,
construindo um ambiente propício para a autorreflexão e garantindo que
esses três pilares estejam presentes, aí sim podemos ter times mais
motivados. Bom, gente, por hoje é só, até mais. Tchau, tchau.
Szuster: Bom dia, boa tarde e boa noite, este é mais um episódio de
Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua
organização.
Fernanda: Oi, gente, meu nome é Fernanda, sou psicóloga, hoje atuo aqui
na DTI como líder na guilda de pessoas. E estou aqui para conversar com
vocês um pouquinho sobre motivação. Bom, gente, como o próprio nome
diz, motivação é aquilo que motiva a ação, são asrazõespelasquaisa
gente tem um impulso de realizar alguma tarefa, alguma atividade. E a
gente bem sabe que ao longo de nossa vida nem sempre a gente está
muito motivado a fazer algumas ações. Pode ser começar uma nova
atividade física, uma rotina de estudo, ou mesmo algumas tarefinhas mais
maçantes que estão presentes no nosso dia a dia de trabalho. A ciência da
motivação, ela vem sendo explorada de forma muito intensa e rigorosa. E
muitas descobertas interessantes já aconteceram. Quando a gente está
falando de um ambiente de negócio, o tema como manter os
colaboradores motivados está sempre em questão. Mas será que a gente
realmente consegue fazer isso? Conseguimos motivar outra pessoa? A
resposta que a ciência nos traz, é bem simples. Não, a gente não consegue
motivar outra pessoa. Mas isso não quer dizer que a gente está de mãos
atadas e que não podemos fazer nada em relação a isso. Algumas
descobertas acerca da motivação nos mostram que a velha prática de
recompensas e punições, que eram muito utilizadas nos programas de
prêmios, bônus e comissões, ela pode não trazer os resultados esperados.
As pesquisas mostram que, para atividades que exigem um trabalho
cognitivo, mínimo que seja, essas recompensas, na verdade podem até
atrapalhar a performance dos colaboradores. Em contextos onde temos
um trabalho que é estritamente mecânico e manual, elas podem até
funcionar. Mas, hoje em dia o foco na maioria das empresas é contratar
talentos, para que eles possam aí sim usar da sua cognição, da sua
inteligência, para a gente trazer boas soluções para asempresaseparaa
sociedade como um todo. Nesse exemplo que eu trouxe, a gente pode se
referir a essa motivação como motivação extrínseca, que ela vem de
prêmios futuros e de coisas externas. Então, seria uma motivação que está
fora do indivíduo. Mas existe também a motivação intrínseca, que é muito
poderosa. Ela acontece quando a realização da própria tarefa da atividade
em si já nos traz prazer, já é satisfatória. Por isso, a gente sempre ouve
dizer que os melhores talentos são aqueles que se motivam pelo trabalho
em si, eles realizam asatividadesdodiaadiaporquegostamdessas
atividades e não porque receberão um prêmio ao finalizá-las, ou porque o
chefe mandou, ou porque ele irá dar um reconhecimento ao final daquela
tarefa ou daquela atividade. Mas, já que a gente não consegue motivar
outras pessoas, o que a gente pode fazer? A gente pode preparar um
ambiente para que os nossos colaboradores tenham oportunidades e
momentos de autorreflexão e autoconhecimento, para que eles
entendam o que está motivando eles. Lembrando que a motivação não é
um traço nosso, do ser humano constante, ela varia. Então, seria super
importante a gente criar um ambiente favorável para que os nossos
colaboradores consigam refletir sobre o que vem motivando eles no
momento. A gente pode fazer perguntas mais provocativas, para que eles
próprios encontrem assuasprópriasrazõespararealizaralgumaaçãoou
tarefa. Além disso, o autor Daniel Pink, ele conta para a gente de três
pilares que regem a motivação Intrínseca, seriam eles: a autonomia, ou
seja, a liberdade de direcionar a própria vida, a maestria, que seria a
oportunidade de se tornar excelente em alguma competência que a gente
tem desejo, que a gente tem vontade. E por último, o propósito, o
sentimento de que a gente está trabalhando por algo maior, algo que tem
um impacto maior do que em nós mesmos, algo que vai além. Então,
construindo um ambiente propício para a autorreflexão e garantindo que
esses três pilares estejam presentes, aí sim podemos ter times mais
motivados. Bom, gente, por hoje é só, até mais. Tchau, tchau.

Descrição

Você sabe como manter o seu time motivado com o trabalho? Neste episódio, Fernanda Camargos, psicóloga e líder da Guilda de Pessoas da dti, traz dicas sobre como cativar os profissionais de sua equipe para que eles se sintam felizes e animados ao realizar as tarefas, mantendo a produtividade em equilíbrio com a satisfação e bem estar no ambiente de trabalho. Ouça agora!

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