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os agilistas

ENZIMAS #15 Olhe para o seu próprio umbigo

ENZIMAS #15 Olhe para o seu próprio umbigo

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  M1: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Um cenário muito comum para quem está fazendo transformação digital que a gente tem observado em muitos clientes nossos é o seguinte: o cliente contrata alguns squads e obviamente tem uma expectativa enorme e muito justa, muito legitima de que esse squad vai gerar valor, porque afinal das contas é justamente para isso que esse squad foi contratado. Só que o tempo passa e essa geração de valor não fica tangível, o cliente não consegue medir isso, não consegue ter certeza se está sendo gerado valor ou não e muitas vezes nem de como medir isso. O que acontece muito é que isso causa muita frustração, o que também é totalmente legitimo, porque a expectativa é muito alta e o squad, a gente vê nesses diversos squads, tem que transformar o negócio. Só que um primeiro impulso nesse momento de forma similar ao que eu falei no Enzima do micro gerenciamento, um primeiro impulso que o cliente tem nesse momento é de atribuir essa não geração de valor a um problema de produtividade do squad ou a algum problema de qualidade daquele squad. Eu não estou negando aqui que não possa haver esse tipo de problema e é claro que um squad tem que trabalhar com produtividade e um nível de qualidade muito alto, mas a verdade é que a minha experiencia mostra que na maioria absoluta dos casos, o problema não é esse. O problema na verdade está dentro do cliente, no sentido em que o squad não está gerando valor sendo por que ele não está tendo autonomia verdadeira, seja por que os objetivos de negócio não estão bem estabelecidos, seja por que a estrutura está cristalizando o squad conforme eu já falei em outra Enzima também. Então, a grande reflexão que eu queria trazer aqui é que o cliente deve primeiro, primordialmente, olhar para o próprio umbigo, no sentido em que o gargalo de geração de valor certamente está dentro dele.  
  M1: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Um cenário muito comum para quem está fazendo transformação digital que a gente tem observado em muitos clientes nossos é o seguinte: o cliente contrata alguns squads e obviamente tem uma expectativa enorme e muito justa, muito legitima de que esse squad vai gerar valor, porque afinal das contas é justamente para isso que esse squad foi contratado. Só que o tempo passa e essa geração de valor não fica tangível, o cliente não consegue medir isso, não consegue ter certeza se está sendo gerado valor ou não e muitas vezes nem de como medir isso. O que acontece muito é que isso causa muita frustração, o que também é totalmente legitimo, porque a expectativa é muito alta e o squad, a gente vê nesses diversos squads, tem que transformar o negócio. Só que um primeiro impulso nesse momento de forma similar ao que eu falei no Enzima do micro gerenciamento, um primeiro impulso que o cliente tem nesse momento é de atribuir essa não geração de valor a um problema de produtividade do squad ou a algum problema de qualidade daquele squad. Eu não estou negando aqui que não possa haver esse tipo de problema e é claro que um squad tem que trabalhar com produtividade e um nível de qualidade muito alto, mas a verdade é que a minha experiencia mostra que na maioria absoluta dos casos, o problema não é esse. O problema na verdade está dentro do cliente, no sentido em que o squad não está gerando valor sendo por que ele não está tendo autonomia verdadeira, seja por que os objetivos de negócio não estão bem estabelecidos, seja por que a estrutura está cristalizando o squad conforme eu já falei em outra Enzima também. Então, a grande reflexão que eu queria trazer aqui é que o cliente deve primeiro, primordialmente, olhar para o próprio umbigo, no sentido em que o gargalo de geração de valor certamente está dentro dele.  

Descrição

Durante uma transformação digital a implantação de um squad pode acabar não retornando uma geração de valor tangível e o primeiro impulso que se tem é assumir que existe um problema de produtividade ou qualidade naquele squad, mas será esse o verdadeiro problema?