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ENZIMAS #220 – Mindfulness: conduzindo equipes de alto desempenho

ENZIMAS #220 – Mindfulness: conduzindo equipes de alto desempenho

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Marcelo Szuster: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização.   

Vinícius Paiva: Pessoal, tudo bem? Aqui é o Vinícius Paiva, co-host dos agilistas e também, como CEO da dti, também sou fundador. Bom, a gente já comentou em muitos episódios aí no passado, dos agilistas sobre estoicismo, que é o tema que a gente gosta bastante. Outro tema que tem nos influenciado muito, que é bastante interessante, inclusive tem algumas similaridades aí com estoicismo é o movimento mindfulness que é bastante influenciado aí pelo budismo. Então o que eu vou falar hoje aqui é uma reflexão sobre um relacionamento entre o mindfulness e a liderança. O mindfulness, já vou adiantando aqui que eu não sou nenhum especialista, mas o mindfulness alguns autores caracterizam ele como uma consciência plena sobre o momento presente, observando aí pensamentos, sensações, sentimentos, sensações corporais também com bastante atenção, consciência e sem julgamento. E o que isso pode ter a ver com liderança? Na verdade, assim, essa reflexão, ela valeria para qualquer pessoa, em qualquer situação, quer dizer, em quase qualquer situação, mas aqui a gente vai falar especificamente sobre o olhar em relação à liderança. Acontece que, por exemplo, o momento atual, onde está tendo muita pressão por produtividade, demissões, reduções de investimento em vários lugares. É bastante comum que nossas emoções, elas sejam ativadas de forma bastante constante, então a gente pode ficar tenso, com raiva, com um senso de urgência muito gigantesco, que não necessariamente é ruim. O problema é que muitas vezes esses sentimentos, sensações que a gente tem, eles provocam uma certa impulsividade, no nosso comportamento e isso tem uma característica vinculada com a nossa evolução, isso tem a ver com a necessidade de uma resposta bastante imediata para que você se livrasse no passado de perigos iminentes ali que você poderia morrer ou para que você conquistasse algum lugar no grupo que te desse um privilégio ali de da própria sobrevivência, mas também de reprodução. Hoje em dia, vários desses impulsos que a gente tem, eles não têm uma serventia muito grande, exceto obviamente em casos que você esteja correndo certo risco de vida ou alguma coisa parecida. Então, muitas vezes, quando a gente tem sentimentos, eles podem até sinalizar alguma coisa para a gente, mas não necessariamente você precisa de ter uma ação tão imediata assim. E aí o papel do líder em relação a isso, isso pode, na minha visão, ajudar muito uma liderança se ela consegue ficar mindfulness em relação a esses impulsos que a gente tem de raiva, ou de uma ameaça, de alguma coisa assim, de forma que você não reaja de forma impulsiva, porque isso não seria muito benéfico para você ou para o time, para liderar o time. Obviamente os sentimentos eles trazem uma certa energia, mas essa energia pode ser muitas vezes desproporcional, pode ser utilizada de uma forma bastante ruim. Então o ponto aqui, resumindo, é que a liderança, mais do que os outros, isso, como eu disse antes, serve para todo mundo. Mas mais que para os outros. Ela deve ficar bastante mindfulness a respeito das sensações, sentimentos que podem provocar ações que não vão ser muito úteis, como começar a xingar alguém ou começar a ter uma cobrança muito excessiva em relação sem fazer uma análise mais racional. Então, é a reflexão, é, fique atento aos impulsos que você está tendo ali de forma a observar quais deles são realmente úteis e qual informação está sendo transmitida para você mesmo, ali, que você faça uma reflexão mais racional sobre aquele ali e lidere o grupo de forma mais sábia e de forma um pouco mais tranquila, mesmo que requeira um certo senso de urgência no momento. Enfim, é isso, essa é a reflexão de hoje.  

Marcelo Szuster: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização.    Vinícius Paiva: Pessoal, tudo bem? Aqui é o Vinícius Paiva, co-host dos agilistas e também, como CEO da dti, também sou fundador. Bom, a gente já comentou em muitos episódios aí no passado, dos agilistas sobre estoicismo, que é o tema que a gente gosta bastante. Outro tema que tem nos influenciado muito, que é bastante interessante, inclusive tem algumas similaridades aí com estoicismo é o movimento mindfulness que é bastante influenciado aí pelo budismo. Então o que eu vou falar hoje aqui é uma reflexão sobre um relacionamento entre o mindfulness e a liderança. O mindfulness, já vou adiantando aqui que eu não sou nenhum especialista, mas o mindfulness alguns autores caracterizam ele como uma consciência plena sobre o momento presente, observando aí pensamentos, sensações, sentimentos, sensações corporais também com bastante atenção, consciência e sem julgamento. E o que isso pode ter a ver com liderança? Na verdade, assim, essa reflexão, ela valeria para qualquer pessoa, em qualquer situação, quer dizer, em quase qualquer situação, mas aqui a gente vai falar especificamente sobre o olhar em relação à liderança. Acontece que, por exemplo, o momento atual, onde está tendo muita pressão por produtividade, demissões, reduções de investimento em vários lugares. É bastante comum que nossas emoções, elas sejam ativadas de forma bastante constante, então a gente pode ficar tenso, com raiva, com um senso de urgência muito gigantesco, que não necessariamente é ruim. O problema é que muitas vezes esses sentimentos, sensações que a gente tem, eles provocam uma certa impulsividade, no nosso comportamento e isso tem uma característica vinculada com a nossa evolução, isso tem a ver com a necessidade de uma resposta bastante imediata para que você se livrasse no passado de perigos iminentes ali que você poderia morrer ou para que você conquistasse algum lugar no grupo que te desse um privilégio ali de da própria sobrevivência, mas também de reprodução. Hoje em dia, vários desses impulsos que a gente tem, eles não têm uma serventia muito grande, exceto obviamente em casos que você esteja correndo certo risco de vida ou alguma coisa parecida. Então, muitas vezes, quando a gente tem sentimentos, eles podem até sinalizar alguma coisa para a gente, mas não necessariamente você precisa de ter uma ação tão imediata assim. E aí o papel do líder em relação a isso, isso pode, na minha visão, ajudar muito uma liderança se ela consegue ficar mindfulness em relação a esses impulsos que a gente tem de raiva, ou de uma ameaça, de alguma coisa assim, de forma que você não reaja de forma impulsiva, porque isso não seria muito benéfico para você ou para o time, para liderar o time. Obviamente os sentimentos eles trazem uma certa energia, mas essa energia pode ser muitas vezes desproporcional, pode ser utilizada de uma forma bastante ruim. Então o ponto aqui, resumindo, é que a liderança, mais do que os outros, isso, como eu disse antes, serve para todo mundo. Mas mais que para os outros. Ela deve ficar bastante mindfulness a respeito das sensações, sentimentos que podem provocar ações que não vão ser muito úteis, como começar a xingar alguém ou começar a ter uma cobrança muito excessiva em relação sem fazer uma análise mais racional. Então, é a reflexão, é, fique atento aos impulsos que você está tendo ali de forma a observar quais deles são realmente úteis e qual informação está sendo transmitida para você mesmo, ali, que você faça uma reflexão mais racional sobre aquele ali e lidere o grupo de forma mais sábia e de forma um pouco mais tranquila, mesmo que requeira um certo senso de urgência no momento. Enfim, é isso, essa é a reflexão de hoje.  

Descrição

Mesmo com as várias cobranças, como um líder pode fugir da impulsividade? 

Neste Enzimas, Vinicius Paiva, COO da dti digital faz uma reflexão com base no movimento do Mindfulness, ferramenta essencial para lidar com as situações de maneira racional.

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