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ENZIMAS #234 – Como o Design thinking, Lean e Agilismo se completam

ENZIMAS #234 – Como o Design thinking, Lean e Agilismo se completam

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Szuster: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. 

Diulia: Oi, eu sou a Diulia, Head de Design aqui na dti. E se você trabalha na área de tecnologia ou tem interface com a tecnologia, provavelmente já ouviu falar no Ágil, no Lean e no Design thinking. Mas você já parou para refletir se essas metodologias se relacionam? Se elas se conflitam? Como é que elas existem no mundo? Nesse Enzimas, eu vou tentar explicar um pouquinho sobre como elas podem se complementar e fazer com que o time opere de uma maneira mais organizada e orientada à geração de resultados. A gente vai começar pela abordagem com o Design thinking. Quando o time está começando a entender o problema que vai trabalhar, o Design thinking é essencial para catalisar esse aprendizado. Quando existe muita informação para ser absorvida, muitas áreas envolvidas ou muitas incertezas para serem trabalhadas, as ferramentas utilizadas por essa abordagem auxiliam a priorizar e a convergir para que a gente consiga chegar em uma proposta de solução consistente e assim validá-la com baixo custo. Isso tudo de maneira colaborativa e rápida, para a gente não perder o timing do cenário. Logo na sequência, entra em cena o Lean, que tem como principal objetivo minimizar desperdício e maximizar a produtividade. Através da aplicação do Lean, seja com o uso do Lean Inception, que é um framework, ou simplesmente do uso do pensamento Lean, a gente consegue orientar as prioridades a serem trabalhadas, a partir do que foi descoberto com o auxílio do Design thinking. É através do Lean que vai ser possível entender o que é para agora, o que é para daqui a pouco, o que vai gerar mais valor e o que a gente precisa entender um pouco melhor e trabalhar no futuro. O Lean vai nos ajudar a evitar desperdícios e manter foco no que realmente importa. Mas a gente ainda vai precisar operacionalizar a rotina do time e, para isso, o Ágil entra em campo. Através da metodologia Ágil, é possível que o time se organize de maneira a focar no aprendizado contínuo de maneira prática, eficiente e multidisciplinar. É através do Ágil que o time vai orientar a sua rotina para manter o foco no que foi traçado como prioridade, visando as gerações de valor que mapeamos lá no começo da nossa jornada. Pode parecer confuso e talvez muito para assimilar assim, logo de uma vez. Mas o mais importante é entender que o Design thinking é uma abordagem colaborativa que ajuda a desatar os primeiros nós e que será sempre útil quando precisarmos compreender um novo contexto, seja no começo ou ao longo do desenvolvimento. O Lean visa otimizar nossos esforços, diminuindo os riscos de desperdício e retrabalho ao longo de toda a vida do produto. E o Ágil apoia na manutenção da saúde da estrutura do time e na revisão constante das motivações que formaram aquele time. Os três juntos têm um grande poder catalisador na construção das soluções, mas a gente precisa ficar atento para não se perder nos termos e nas teorias e deixarmos de aprender com a prática, porque afinal de contas, é só a partir dela que essas abordagens fazem sentido. 

Szuster: Bom dia, boa tarde, boa noite. Este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização.  Diulia: Oi, eu sou a Diulia, Head de Design aqui na dti. E se você trabalha na área de tecnologia ou tem interface com a tecnologia, provavelmente já ouviu falar no Ágil, no Lean e no Design thinking. Mas você já parou para refletir se essas metodologias se relacionam? Se elas se conflitam? Como é que elas existem no mundo? Nesse Enzimas, eu vou tentar explicar um pouquinho sobre como elas podem se complementar e fazer com que o time opere de uma maneira mais organizada e orientada à geração de resultados. A gente vai começar pela abordagem com o Design thinking. Quando o time está começando a entender o problema que vai trabalhar, o Design thinking é essencial para catalisar esse aprendizado. Quando existe muita informação para ser absorvida, muitas áreas envolvidas ou muitas incertezas para serem trabalhadas, as ferramentas utilizadas por essa abordagem auxiliam a priorizar e a convergir para que a gente consiga chegar em uma proposta de solução consistente e assim validá-la com baixo custo. Isso tudo de maneira colaborativa e rápida, para a gente não perder o timing do cenário. Logo na sequência, entra em cena o Lean, que tem como principal objetivo minimizar desperdício e maximizar a produtividade. Através da aplicação do Lean, seja com o uso do Lean Inception, que é um framework, ou simplesmente do uso do pensamento Lean, a gente consegue orientar as prioridades a serem trabalhadas, a partir do que foi descoberto com o auxílio do Design thinking. É através do Lean que vai ser possível entender o que é para agora, o que é para daqui a pouco, o que vai gerar mais valor e o que a gente precisa entender um pouco melhor e trabalhar no futuro. O Lean vai nos ajudar a evitar desperdícios e manter foco no que realmente importa. Mas a gente ainda vai precisar operacionalizar a rotina do time e, para isso, o Ágil entra em campo. Através da metodologia Ágil, é possível que o time se organize de maneira a focar no aprendizado contínuo de maneira prática, eficiente e multidisciplinar. É através do Ágil que o time vai orientar a sua rotina para manter o foco no que foi traçado como prioridade, visando as gerações de valor que mapeamos lá no começo da nossa jornada. Pode parecer confuso e talvez muito para assimilar assim, logo de uma vez. Mas o mais importante é entender que o Design thinking é uma abordagem colaborativa que ajuda a desatar os primeiros nós e que será sempre útil quando precisarmos compreender um novo contexto, seja no começo ou ao longo do desenvolvimento. O Lean visa otimizar nossos esforços, diminuindo os riscos de desperdício e retrabalho ao longo de toda a vida do produto. E o Ágil apoia na manutenção da saúde da estrutura do time e na revisão constante das motivações que formaram aquele time. Os três juntos têm um grande poder catalisador na construção das soluções, mas a gente precisa ficar atento para não se perder nos termos e nas teorias e deixarmos de aprender com a prática, porque afinal de contas, é só a partir dela que essas abordagens fazem sentido. 

Descrição

Você sabe como as metodologias Design thinking, Lean e Ágil podem atuar nas diferentes fases da construção do produto para gerar mais valor? Quem abriu essa discussão foi Diulia Almada, Head de Design da dti digital e Host de Os Agilistas neste Enzimas. Ficou curioso? Então, dá o play!

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