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os agilistas

ENZIMAS #64 – Confiança

ENZIMAS #64 – Confiança

os agilistas
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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, este é mais um episódio de Enzimas – breves reflexões que te ajudam a catalisar o Agilismo em sua organização. M2: Pessoal, no Enzimas de hoje eu queria fazer um comentário sobre algo, mais uma vez, que eu li no Humanocracy, mas que me remeteu a uma coisa que a gente fala aqui na DTI há muito tempo, que faz parte muito das nossas crenças. Num dado ponto lá do livro, o autor contando sobre o case da Michelin, que está fazendo uma transformação grande para poder realmente ter times independentes, times responsáveis pelos resultados, os caras falam que eles começaram a partir do princípio de que eles deveriam confiar nas pessoas e não desconfiar as pessoas, que, na verdade, a pessoa é que tinha que perder a confiança e não a pessoa tinha que ganhar a confiança. E que isso mudou tudo porque, do momento em que você parte da confiança, você abre espaço para todo mundo. Isso me fez refletir muito porque aqui na DTI a gente tem essa crença como algo fundamental, sabe? Qual o tipo de organização que você constrói se você parte do princípio que você confia nas pessoas ou se você parte do princípio de que você não pode confiar nas pessoas? Se você parte do princípio que você não pode confiar nas pessoas, é claro, você pensa em muito controle, você pensa em muita regra, você pensa em muita limitação para evitar os erros que essas pessoas não confiáveis irão cometer. Se você parte desse modelo de confiar nas pessoas, de acreditar nas pessoas, você cria um tipo totalmente diferente de uma organização, onde as pessoas tem muito mais espaço para exprimir o que elas pensam, para procurar realmente se responsabilizar e gerar valor, inclusive serem pessoalmente felizes assim, não é? Então, é impressionante como isso é simples, mas é super difícil de implementar na prática, essa questão de confiar nas pessoas, de acreditar no tanto que para as pessoas é importante se realizar e, ao mesmo tempo, ter uma boa reputação com os seus colegas. O tanto que a própria transparência faz com que essa questão de ter uma boa reputação seja reforçada e o tanto que um ambiente desse faz com que, na verdade, as pessoas que não são confiáveis nem queiram estar lá mais.
M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, este é mais um episódio de Enzimas – breves reflexões que te ajudam a catalisar o Agilismo em sua organização. M2: Pessoal, no Enzimas de hoje eu queria fazer um comentário sobre algo, mais uma vez, que eu li no Humanocracy, mas que me remeteu a uma coisa que a gente fala aqui na DTI há muito tempo, que faz parte muito das nossas crenças. Num dado ponto lá do livro, o autor contando sobre o case da Michelin, que está fazendo uma transformação grande para poder realmente ter times independentes, times responsáveis pelos resultados, os caras falam que eles começaram a partir do princípio de que eles deveriam confiar nas pessoas e não desconfiar as pessoas, que, na verdade, a pessoa é que tinha que perder a confiança e não a pessoa tinha que ganhar a confiança. E que isso mudou tudo porque, do momento em que você parte da confiança, você abre espaço para todo mundo. Isso me fez refletir muito porque aqui na DTI a gente tem essa crença como algo fundamental, sabe? Qual o tipo de organização que você constrói se você parte do princípio que você confia nas pessoas ou se você parte do princípio de que você não pode confiar nas pessoas? Se você parte do princípio que você não pode confiar nas pessoas, é claro, você pensa em muito controle, você pensa em muita regra, você pensa em muita limitação para evitar os erros que essas pessoas não confiáveis irão cometer. Se você parte desse modelo de confiar nas pessoas, de acreditar nas pessoas, você cria um tipo totalmente diferente de uma organização, onde as pessoas tem muito mais espaço para exprimir o que elas pensam, para procurar realmente se responsabilizar e gerar valor, inclusive serem pessoalmente felizes assim, não é? Então, é impressionante como isso é simples, mas é super difícil de implementar na prática, essa questão de confiar nas pessoas, de acreditar no tanto que para as pessoas é importante se realizar e, ao mesmo tempo, ter uma boa reputação com os seus colegas. O tanto que a própria transparência faz com que essa questão de ter uma boa reputação seja reforçada e o tanto que um ambiente desse faz com que, na verdade, as pessoas que não são confiáveis nem queiram estar lá mais.