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os agilistas

ENZIMAS #68 3 Tipos de inovação – Erik Fontenele

ENZIMAS #68 3 Tipos de inovação – Erik Fontenele

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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Erik: Pessoal, tudo bem? Meu nome é Erik, eu sou um dos fundadores da BITS Academy, é uma escola e consultoria de inovação, focada em transformação digital. Para quem nunca ouviu falar, transformação digital é o pensar em todos os processos que eu preciso alterar para poder me tornar verdadeiramente digital, não é só colocar tecnologia em uma empresa, eu preciso mudar a forma como as pessoas pensam, então eu estou falando de gestão da mudança, e também gestão da inovação porque se eu vou mudar como as coisas são feitas, isso significa algo novo, então eu estou falando de inovação, e quando eu falo e inovação, quando a gente está abordando transformação digital, é especialmente a introdução de elementos digitais na organização. E a gente pode falar dos tipos de inovação, não é? Quais são os tipos de inovação que existem? É só a disruptiva que hoje virou uma moda falar em inovação disruptiva, e será que algumas das tecnologias que a gente tanto fala que são disruptivas realmente são? Então os tipos de inovação que a gente tem são três basicamente: a incremental, que é a inovação em processos ou em produtos e serviços que já existem, porque eu estou melhorando isso; tem a inovação radical, que é quando eu crio algo completamente novo que não existia, isso está muito ligado a ideia que a gente tem de invenções; e eu tenho finalmente a inovação disruptiva, que é quando eu crio algo, uma inovação radical, que é algo tão radical que chega a mudar o comportamento de como a sociedade fazia as coisas até então. Então se a gente olhar, por exemplo, o caso do Netflix, Netflix começa ali no final da década de 90, início dos anos 2000, ainda tinha a blockbuster, a blockbuster focava em clientes que queriam alugar vhs, dvd e depois blu ray, e a Netflix focava em outro gênero de cliente. E de repente todas as pessoas deixam de ir para a locadora de vídeo ali na metade dos anos 2000, porque não fazia mais sentido, então s pessoas deixam de se deslocar até esse local, deixam de comprar um produto físico para comprar um produto online. As pessoas também não precisam mais abrir lojas para vender esse produto, e a distribuição é massiva. Olha como muda todo o comportamento. Quando a gente fala do seguimento de (i healing) [00:03:24], que é o tipo de serviço que o Uber faz, por exemplo, olha como a gente mudou o comportamento também, não vai mais até a rua, levanta a mão ou então liga para um ponto de táxi, a gente agora clica no aplicativo, desce e o carro está lá. Tudo isso mudou o nosso comportamento, então a gente precisa entender o que está por trás dessas inovações, como que a gente muda o comportamento e a gente está falando inclusive de comportamento dentro das empresas, a cultura da empresa. E a gente fala de cultura de inovação também. Então tudo isso está dentro do que a gente chama de transformação digital. O maior exemplo do porque é necessário abordar tudo isso, é que eu posso dar um drone ou qualquer outra tecnologia nova na mão de qualquer um de vocês, não significa que vocês vão saber como utilizar aquilo ou saber pilotar o drone, então você precisa passar por um processo de treinamento, mudar a sua percepção das coisas até para usar o drone por exemplo para uma finalidade adequada, tudo isso faz parte do que a gente chama de transformação digital. Gostou desse papo? Então fica conectado porque em breve a gente vai ter um papo mais profundo e um pouco mais longo para explicar mais sobre inovação e transformação digital e tudo isso que está acontecendo pelo mundo e que você precisa acompanhar.
M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, este é mais um episódio de Enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. Erik: Pessoal, tudo bem? Meu nome é Erik, eu sou um dos fundadores da BITS Academy, é uma escola e consultoria de inovação, focada em transformação digital. Para quem nunca ouviu falar, transformação digital é o pensar em todos os processos que eu preciso alterar para poder me tornar verdadeiramente digital, não é só colocar tecnologia em uma empresa, eu preciso mudar a forma como as pessoas pensam, então eu estou falando de gestão da mudança, e também gestão da inovação porque se eu vou mudar como as coisas são feitas, isso significa algo novo, então eu estou falando de inovação, e quando eu falo e inovação, quando a gente está abordando transformação digital, é especialmente a introdução de elementos digitais na organização. E a gente pode falar dos tipos de inovação, não é? Quais são os tipos de inovação que existem? É só a disruptiva que hoje virou uma moda falar em inovação disruptiva, e será que algumas das tecnologias que a gente tanto fala que são disruptivas realmente são? Então os tipos de inovação que a gente tem são três basicamente: a incremental, que é a inovação em processos ou em produtos e serviços que já existem, porque eu estou melhorando isso; tem a inovação radical, que é quando eu crio algo completamente novo que não existia, isso está muito ligado a ideia que a gente tem de invenções; e eu tenho finalmente a inovação disruptiva, que é quando eu crio algo, uma inovação radical, que é algo tão radical que chega a mudar o comportamento de como a sociedade fazia as coisas até então. Então se a gente olhar, por exemplo, o caso do Netflix, Netflix começa ali no final da década de 90, início dos anos 2000, ainda tinha a blockbuster, a blockbuster focava em clientes que queriam alugar vhs, dvd e depois blu ray, e a Netflix focava em outro gênero de cliente. E de repente todas as pessoas deixam de ir para a locadora de vídeo ali na metade dos anos 2000, porque não fazia mais sentido, então s pessoas deixam de se deslocar até esse local, deixam de comprar um produto físico para comprar um produto online. As pessoas também não precisam mais abrir lojas para vender esse produto, e a distribuição é massiva. Olha como muda todo o comportamento. Quando a gente fala do seguimento de (i healing) [00:03:24], que é o tipo de serviço que o Uber faz, por exemplo, olha como a gente mudou o comportamento também, não vai mais até a rua, levanta a mão ou então liga para um ponto de táxi, a gente agora clica no aplicativo, desce e o carro está lá. Tudo isso mudou o nosso comportamento, então a gente precisa entender o que está por trás dessas inovações, como que a gente muda o comportamento e a gente está falando inclusive de comportamento dentro das empresas, a cultura da empresa. E a gente fala de cultura de inovação também. Então tudo isso está dentro do que a gente chama de transformação digital. O maior exemplo do porque é necessário abordar tudo isso, é que eu posso dar um drone ou qualquer outra tecnologia nova na mão de qualquer um de vocês, não significa que vocês vão saber como utilizar aquilo ou saber pilotar o drone, então você precisa passar por um processo de treinamento, mudar a sua percepção das coisas até para usar o drone por exemplo para uma finalidade adequada, tudo isso faz parte do que a gente chama de transformação digital. Gostou desse papo? Então fica conectado porque em breve a gente vai ter um papo mais profundo e um pouco mais longo para explicar mais sobre inovação e transformação digital e tudo isso que está acontecendo pelo mundo e que você precisa acompanhar.