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os agilistas

#ENZIMAS 78 – Trazendo todos para o jogo

#ENZIMAS 78 – Trazendo todos para o jogo

os agilistas
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M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, esse é mais um episódio de enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. M2: Pessoal, no enzima de hoje eu queria falar sobre um assunto que parece extremamente simples mas que acredito que é de vital importância, lá no livro The Meaning Revolution o autor Ed Kofman, ele fala muito que no final o que a gente quer em uma empresa é que todos estejam jogando o mesmo jogo, é incrível que isso parece tão simples, parece até bobo mas como que isso não acontece. Isso não acontece por diversos motivos, um dos motivos que ele salienta muito lá são as questões de metas locais, que faz com que a pessoa crie um ótimo local, pense na sua posição ali, mas às vezes prejudica a própria empresa. Conversando com algumas pessoas me veio uma coisa na cabeça que eu queria compartilhar aqui, uma outra coisa que faz com que todos não estejam no jogo, são os rótulos que a gente cria nas pessoas, rótulos esses que são reforçados pelas descrições detalhadas de cargos, esse tipo de coisa, então a gente rotula pessoas como técnicas, ou rotula pessoas como não-técnicas ou rotula pessoas como sendo criativas e ao fazer esse rótulo, e esse rótulo é reforçado nas organizações tradicionais porque as pessoas além de terem esses rótulos, eles tem planos de carreiras muito bem definidos e descrições de papéis e cargos também extremamentes bem definidos, a gente acaba então reforçando esses rótulos e acaba excluindo uma enorme quantidade de outras contribuições que essas mesmas pessoas poderiam dar nesse contexto cada vez mais complexo que a gente opera, então é como se a gente visse o ser humano de uma forma muito simplista e achasse então que um cara forte tecnicamente nunca vai ser capaz de fazer uma enorme contribuição gerencial ou uma perspectiva que ninguém pensou ou que um cara criativo não vai poder dar uma ideia sobre como avançar em um problema que exige um raciocínio mais analítico que não é coisa daquele cara criativo, então tudo isso eu gostaria de insistir, é fruto do nosso modelo mecanicista de achar que a empresa é composta por engrenagens, pecinhas extremamente bem definidas com o que elas podem fazer já pré definido, a gente insiste muito nisso, se não houver espaço se não houver um pouco de ambiguidade, se a gente não começa a quebrar esses votos como é que nós vamos trazer todo mundo para o jogo?
M1: Bom dia, boa tarde, boa noite, esse é mais um episódio de enzimas, breves reflexões que te ajudam a catalisar o agilismo em sua organização. M2: Pessoal, no enzima de hoje eu queria falar sobre um assunto que parece extremamente simples mas que acredito que é de vital importância, lá no livro The Meaning Revolution o autor Ed Kofman, ele fala muito que no final o que a gente quer em uma empresa é que todos estejam jogando o mesmo jogo, é incrível que isso parece tão simples, parece até bobo mas como que isso não acontece. Isso não acontece por diversos motivos, um dos motivos que ele salienta muito lá são as questões de metas locais, que faz com que a pessoa crie um ótimo local, pense na sua posição ali, mas às vezes prejudica a própria empresa. Conversando com algumas pessoas me veio uma coisa na cabeça que eu queria compartilhar aqui, uma outra coisa que faz com que todos não estejam no jogo, são os rótulos que a gente cria nas pessoas, rótulos esses que são reforçados pelas descrições detalhadas de cargos, esse tipo de coisa, então a gente rotula pessoas como técnicas, ou rotula pessoas como não-técnicas ou rotula pessoas como sendo criativas e ao fazer esse rótulo, e esse rótulo é reforçado nas organizações tradicionais porque as pessoas além de terem esses rótulos, eles tem planos de carreiras muito bem definidos e descrições de papéis e cargos também extremamentes bem definidos, a gente acaba então reforçando esses rótulos e acaba excluindo uma enorme quantidade de outras contribuições que essas mesmas pessoas poderiam dar nesse contexto cada vez mais complexo que a gente opera, então é como se a gente visse o ser humano de uma forma muito simplista e achasse então que um cara forte tecnicamente nunca vai ser capaz de fazer uma enorme contribuição gerencial ou uma perspectiva que ninguém pensou ou que um cara criativo não vai poder dar uma ideia sobre como avançar em um problema que exige um raciocínio mais analítico que não é coisa daquele cara criativo, então tudo isso eu gostaria de insistir, é fruto do nosso modelo mecanicista de achar que a empresa é composta por engrenagens, pecinhas extremamente bem definidas com o que elas podem fazer já pré definido, a gente insiste muito nisso, se não houver espaço se não houver um pouco de ambiguidade, se a gente não começa a quebrar esses votos como é que nós vamos trazer todo mundo para o jogo?

Descrição

No livro The Meaning Revolution, o autor, Fred Kofman, acredita que no final nós queremos que todos da empresa estejam jogando o mesmo jogo, com o mesmo propósito em mente. Entretanto, isso não acontece por vários motivos, como por exemplo metas locais ou rótulos que criamos nas pessoas. Rótulos no qual são reforçados pelas descrições detalhadas de cargos e planos de carreiras bem definidos. Para entender melhor esse assunto e ajudar a trazer todos para o jogo compartilhamos uma pequena reflexão no enzimas de hoje.