: :
os agilistas

Gemini: prós e contras das novas IA’s que estão chegando

Gemini: prós e contras das novas IA’s que estão chegando

os agilistas
: :

PEDRO: Eu vi uma reportagem da Época Negócio falando que 7 a cada… eu não sei bem como eles chegam nesse número, mas 7 a cada 10 empresas brasileiras têm planos de adoção de inteligência artificial ao longo do ano que vem. Eu acho que, além disso, de maneira geral, fazendo um link, do que eu acho que o que eu vi, foi no Gartner, que as empresas também estão mais propensas à adoção de novas tecnologias, em geral. Então, isso, para elas, pode significar mais inovação também. De qualquer forma. 

SZUSTER: Não só empresa, não. Pessoalmente. Parece que você vai… acho que nem parece. Todo mundo vai ter esses agentes para ele mesmo. Esse Gemini do Google. O vídeo, eu não sei se era verdade o vídeo que eu vi. Vocês viram esse vídeo que circulou do Gemini? Porque ele é multimodal que chama. Então… 

VINÍCIUS: Gemini, só para explicar, é a tecnologia core do Google. 

SZUSTER: Do Google. É um modelo que eles prometem suplantar os outros e ele é multimodal. Então, no vídeo circulou…. 

PEDRO: Ah sim, eu vi, sim. 

SZUSTER: …não sei se eles pegaram só os melhores momentos do vídeo, mas é impressionante, porque você fica mostrando coisas para o vídeo. 

PEDRO: Ele aponta no mapa e a inteligência responde… 

SZUSTER: Ele mostra… 

PEDRO: …você está apontando para o país. 

SZUSTER: …ele mostra um patinho e pergunta, você acha que boia? Imagina fazer uma pergunta para uma inteligência genérica. Aí a inteligência responde assim, “Eu não sei de que material é feito para saber a densidade”. Aí ele aperta, porque eu falo, se for verdade aqui, eu sou desconfiado, ele aperta o patinho, o patinho faz um barulhinho. Aí a inteligência fala assim, “É um patinho de borracha, tem ar, então ele boia”. 

PEDRO: Ele pinta o patinho de azul, ele fala assim, “Parece um pato, mas não é uma cor natural para um pato”. Ele fala. 

DIULIA: É muito louco. 

SZUSTER: E lá tem uns micromod… desculpa, porque eu lembrei agora do micromodelo, parece que… eu falo assim, daqui a pouco você vai ter um modelo desse indexando as suas coisas, entendendo os seus negócios e te compreendendo. Pensando nesse tema, isso vai mudar completamente a sua produtividade pessoal, mas vai mudar o seu comportamento, pode ter consequência para a sua saúde mental, igual o Vinição está falando, imagina para as empresas dentro de um ecossistema desse. Aquele negócio que… aparece que eu dou um tempão, que mostra assim, desde sempre mostra que a inovação aparece muito quando você tem esse tanto de coisa conectando uma com a outra, a chance de surgir coisas novas é absurdamente grande. A gente viu até na própria pandemia… 

VINÍCIUS: A famosa apresentação dos vidros… 

SZUSTER: Dos o quê? 

VINÍCIUS: …que mostra o lugar lá, Murano. 

SZUSTER: É, do Murano, da invenção, que mostra como é que as invenções estão acontecendo ao longo da história, como é que isso foi sendo acelerado. Agora. Porque agora, além de você ter muita conexão, você tem uma inteligência que te gera 400 mil hipóteses, possibilidades, é bem… parece que nós estamos vivendo um negócio muito diferente mesmo. 

DIULIA: E é uma inovação muito compartilhada, se a gente for olhar como a gente lidava com inovação 20, 30, 40 anos atrás, hoje está na mão de muito mais pessoas. Um começa, aí abre uma API, aí um monte de gente pode interagir com aquilo, pode desenvolver desdobramentos daquela inteligência. Então, acho que isso também mostra de um impacto. Eu ia comentar que coisas muito mais óbvias e que já estão na rotina agora que eu estou nesse período de readequação, só para dar um contexto, eu tive um filho. Então, a rotina muda e coisas do tipo… 

VINÍCIUS: Muda, sério? 

DIULIA: Nossa, levemente. Então, assim, hoje a Alexa é metade da minha memória. Ela que me lembra que tem que jogar o lixo reciclável no dia lá específico. Ela que já está conectada com a televisão, com o robozinho aspirador, o robô aspirador sabe a hora que ele vai começar a passar, como ele vai passar em cada cômodo. Então, já libera de uma série de atividades que antes tomariam, trariam uma carga mental ali de, “Está limpo, não está, como é que está a rotina, tem que levar tal coisa, tem que fazer”. Você deixa de pensar em uma série de coisas que antes você tinha que pensar e as coisas acontecem. 

SZUSTER: Então, isso que eu acho assustador, esse episódio está tomando um rumo de diferente. É isso que eu acho assustador… 

VINÍCIUS: Controle, Pedro. 

SZUSTER: Não, eu acho assustador para caramba isso, porque isso pode tomar o rumo para o bem ou para o mal. Mais ou menos o que o Vinição estava tipo… isso pode ser visto otimisticamente como te retirando certas… e, sei lá, sobra tempo você curtir sua filha, curtir as pessoas ou sobra tempo para você ser mais ainda manipulado pelos algoritmos e ter sua atenção mais manipulada ainda por outras coisas. 

DIULIA: Eu confesso que eu tenho medo da Alexa. Ela está sabendo muito de mim e cada vez mais… 

PEDRO: E quem quiser tem um filme… 

DIULIA: …tem muita informação. 

PEDRO: …tem um lançamento da Netflix que fala um pouco sobre isso. Não vou ficar falando muito aqui, não, para não dar spoiler. 

PEDRO: Que filme que é? 

DIULIA: Mas qual é o nome? 

Vinícius: É o filme com a Julia Roberts… 

PEDRO: O Mundo Depois de Nós. 

PEDRO: O Mundo Depois de Nós, eu vi. É um negócio meio instaurado no caos. 

Vinícius: Deixa eu só cumprimentar um negócio que você falou, por exemplo, esse Gemini… 

VINÍCIUS: Estamos subvertendo o episódio. 

PEDRO: Não, está ótimo. 

Vinícius: …esse Gemini eu não sei como que pronuncia, se é Gemini, Gemini, Gemini. 

PEDRO: Eu falo Gemini, não sei se está certo. Gemini. 

Vinícius: Mas um ponto que eu acho que ele até falou ali, mas não deu tanta ênfase, mas pode ser uma coisa bem diferente é que ele tem alguns modelos reduzidos, ele chegou a falar disso, mas que funcionam sem rede, que são embutidos no hardware. Então, isso traz uma novidade muito… a galera não para a pensar, porque tipo assim…  

SZUSTER: O seu assistente que está andando… 

Vinícius: Não, não, digo assim, ele pode ser embutido no hardware sem precisar de conexão com rede. Ele é um modelo mais reduzido, porque ele opera em um processador… 

SZUSTER: Ele já está pré-carregado ali. 

Vinícius: …ele não precisa de conectividade, entendeu? 

PEDRO: Eu vi uma reportagem da Época Negócio falando que 7 a cada… eu não sei bem como eles chegam nesse número, mas 7 a cada 10 empresas brasileiras têm planos de adoção de inteligência artificial ao longo do ano que vem. Eu acho que, além disso, de maneira geral, fazendo um link, do que eu acho que o que eu vi, foi no Gartner, que as empresas também estão mais propensas à adoção de novas tecnologias, em geral. Então, isso, para elas, pode significar mais inovação também. De qualquer forma.  SZUSTER: Não só empresa, não. Pessoalmente. Parece que você vai… acho que nem parece. Todo mundo vai ter esses agentes para ele mesmo. Esse Gemini do Google. O vídeo, eu não sei se era verdade o vídeo que eu vi. Vocês viram esse vídeo que circulou do Gemini? Porque ele é multimodal que chama. Então…  VINÍCIUS: Gemini, só para explicar, é a tecnologia core do Google.  SZUSTER: Do Google. É um modelo que eles prometem suplantar os outros e ele é multimodal. Então, no vídeo circulou….  PEDRO: Ah sim, eu vi, sim.  SZUSTER: …não sei se eles pegaram só os melhores momentos do vídeo, mas é impressionante, porque você fica mostrando coisas para o vídeo.  PEDRO: Ele aponta no mapa e a inteligência responde…  SZUSTER: Ele mostra…  PEDRO: …você está apontando para o país.  SZUSTER: …ele mostra um patinho e pergunta, você acha que boia? Imagina fazer uma pergunta para uma inteligência genérica. Aí a inteligência responde assim, “Eu não sei de que material é feito para saber a densidade”. Aí ele aperta, porque eu falo, se for verdade aqui, eu sou desconfiado, ele aperta o patinho, o patinho faz um barulhinho. Aí a inteligência fala assim, “É um patinho de borracha, tem ar, então ele boia”.  PEDRO: Ele pinta o patinho de azul, ele fala assim, “Parece um pato, mas não é uma cor natural para um pato”. Ele fala.  DIULIA: É muito louco.  SZUSTER: E lá tem uns micromod… desculpa, porque eu lembrei agora do micromodelo, parece que… eu falo assim, daqui a pouco você vai ter um modelo desse indexando as suas coisas, entendendo os seus negócios e te compreendendo. Pensando nesse tema, isso vai mudar completamente a sua produtividade pessoal, mas vai mudar o seu comportamento, pode ter consequência para a sua saúde mental, igual o Vinição está falando, imagina para as empresas dentro de um ecossistema desse. Aquele negócio que… aparece que eu dou um tempão, que mostra assim, desde sempre mostra que a inovação aparece muito quando você tem esse tanto de coisa conectando uma com a outra, a chance de surgir coisas novas é absurdamente grande. A gente viu até na própria pandemia…  VINÍCIUS: A famosa apresentação dos vidros…  SZUSTER: Dos o quê?  VINÍCIUS: …que mostra o lugar lá, Murano.  SZUSTER: É, do Murano, da invenção, que mostra como é que as invenções estão acontecendo ao longo da história, como é que isso foi sendo acelerado. Agora. Porque agora, além de você ter muita conexão, você tem uma inteligência que te gera 400 mil hipóteses, possibilidades, é bem… parece que nós estamos vivendo um negócio muito diferente mesmo.  DIULIA: E é uma inovação muito compartilhada, se a gente for olhar como a gente lidava com inovação 20, 30, 40 anos atrás, hoje está na mão de muito mais pessoas. Um começa, aí abre uma API, aí um monte de gente pode interagir com aquilo, pode desenvolver desdobramentos daquela inteligência. Então, acho que isso também mostra de um impacto. Eu ia comentar que coisas muito mais óbvias e que já estão na rotina agora que eu estou nesse período de readequação, só para dar um contexto, eu tive um filho. Então, a rotina muda e coisas do tipo…  VINÍCIUS: Muda, sério?  DIULIA: Nossa, levemente. Então, assim, hoje a Alexa é metade da minha memória. Ela que me lembra que tem que jogar o lixo reciclável no dia lá específico. Ela que já está conectada com a televisão, com o robozinho aspirador, o robô aspirador sabe a hora que ele vai começar a passar, como ele vai passar em cada cômodo. Então, já libera de uma série de atividades que antes tomariam, trariam uma carga mental ali de, “Está limpo, não está, como é que está a rotina, tem que levar tal coisa, tem que fazer”. Você deixa de pensar em uma série de coisas que antes você tinha que pensar e as coisas acontecem.  SZUSTER: Então, isso que eu acho assustador, esse episódio está tomando um rumo de diferente. É isso que eu acho assustador…  VINÍCIUS: Controle, Pedro.  SZUSTER: Não, eu acho assustador para caramba isso, porque isso pode tomar o rumo para o bem ou para o mal. Mais ou menos o que o Vinição estava tipo… isso pode ser visto otimisticamente como te retirando certas… e, sei lá, sobra tempo você curtir sua filha, curtir as pessoas ou sobra tempo para você ser mais ainda manipulado pelos algoritmos e ter sua atenção mais manipulada ainda por outras coisas.  DIULIA: Eu confesso que eu tenho medo da Alexa. Ela está sabendo muito de mim e cada vez mais…  PEDRO: E quem quiser tem um filme…  DIULIA: …tem muita informação.  PEDRO: …tem um lançamento da Netflix que fala um pouco sobre isso. Não vou ficar falando muito aqui, não, para não dar spoiler.  PEDRO: Que filme que é?  DIULIA: Mas qual é o nome?  Vinícius: É o filme com a Julia Roberts…  PEDRO: O Mundo Depois de Nós.  PEDRO: O Mundo Depois de Nós, eu vi. É um negócio meio instaurado no caos.  Vinícius: Deixa eu só cumprimentar um negócio que você falou, por exemplo, esse Gemini…  VINÍCIUS: Estamos subvertendo o episódio.  PEDRO: Não, está ótimo.  Vinícius: …esse Gemini eu não sei como que pronuncia, se é Gemini, Gemini, Gemini.  PEDRO: Eu falo Gemini, não sei se está certo. Gemini.  Vinícius: Mas um ponto que eu acho que ele até falou ali, mas não deu tanta ênfase, mas pode ser uma coisa bem diferente é que ele tem alguns modelos reduzidos, ele chegou a falar disso, mas que funcionam sem rede, que são embutidos no hardware. Então, isso traz uma novidade muito… a galera não para a pensar, porque tipo assim…   SZUSTER: O seu assistente que está andando…  Vinícius: Não, não, digo assim, ele pode ser embutido no hardware sem precisar de conexão com rede. Ele é um modelo mais reduzido, porque ele opera em um processador…  SZUSTER: Ele já está pré-carregado ali.  Vinícius: …ele não precisa de conectividade, entendeu? 

Descrição

Este conteúdo é um corte do nosso episódio: “#244 - Antecipando o futuro: as mudanças do agilismo em 2023 rumo a 2024”.

Nele, Marcelo Szuster, Vinicius Paiva, Diulia Almada e Pedro Rangel discutem como as novas IA’s, como o recente Gemini podem impactar diretamente na vida das pessoas daqui pra frente, seja para melhorar os nossos processos ou sobre o seu impacto direto na nossa saúde. Ficou curioso? Então, dá o play!

Quer conversar com Os Agilistas? É só mandar sua dúvida/sugestão para @osagilistas no Instagram ou pelo e-mail osagilistas@dtidigital.com.br que nós responderemos em um de nossos conteúdos!

Nos acompanhe pelas redes sociais e assine a nossa newsletter que chega todo mês com os assuntos quentes do agilismo através do site.

See omnystudio.com/listener for privacy information.