: :
os agilistas

O Discovery precisa continuar sendo humano

O Discovery precisa continuar sendo humano

os agilistas
: :

 Pedro Rangel:  Hoje eu recebi inclusive uma newsletter da Teresa Torres e é realmente de hoje que o título é não use a generativa para substituir o discovery com pessoas reais, com humanos. Tá falando de discovery e tal que também é de certa forma parte do do processo criativo de produtos mas a frase que eu achei impactante que eu vou deixar aí para a reflexão é a gente não pode esquecer que enquanto a gente estiver construindo para humanos a gente precisa estar engajado com outros humanos nos esforços de discovery e tecnologia precisa ser mais humana, não menos. Então deixou uma provocação aí bem, inclusive o texto dela é bem legal, recomendo.  

Diulia Almada: Isso inclusive tem sido muito abordado também pelo News and Normal Group que também é bem referência, principalmente na parte de design de produtos assim, que a gente consegue do ponto de vista de criação gerar soluções muito legais e que inclusive a inteligência artificial pode viabilizar soluções criativas que é caríssima, você tem que alugar estúdios, você tem que contratar 300 pessoas, poder conseguir fazer e agora não, agora é muito mais acessível e mais em conta, mas essa parte inicial e aí mistura um pouco porque o fluxo de trabalho para soluções visuais é um pouco diferente do nosso produto de discovery do digital, mas ainda assim a gente ainda está sempre criando para pessoas, a gente precisa ouvir das pessoas por mais que a gente vai pegar tudo que a gente aprendeu com as pessoas e jogar na inteligência artificial até para simular os comportamentos e pedir para que essa inteligência artificial se comporte como uma persona que a gente tem, a gente pode utilizar como meio, mas o ponto de origem realmente eu acho que não consegue fugir das pessoas para as pessoas.  

Fernanda Vieira: Mas aí você falou uma coisa né, em relação a simplificar algumas coisas mais básicas e tudo mais, e aí eu penso, imagino, você está fazendo um vídeo de marketing por exemplo, e aí normalmente o vídeo de marketing você pega algumas coisas ali de banco de imagem, mas às vezes é exatamente o que você quer, aí imagina que você pode agora usar uma sensora da vida da OpenAI, que você consegue criar vídeos curtos exatamente do jeito que você quer, você tira aí um esforço, um profissional gigantesco, de realmente você ter que gravar aquilo, sabe assim, eu concordo assim, eu falei isso, mas eu concordo ao mesmo tempo como você falou, eu quero tipo assim, que é quando a gente está fazendo trabalhos de criatividade, às vezes a gente também quer saber o por trás, não é só a máquina, né, então.  

Lucas: Eu só queria complementar com uma parte da pergunta que fala sobre esse sentimento de injustiça, né, que eu acho que é justamente o ponto que a maioria dos artistas fica preocupado é de roubarem o seu trabalho, de usarem o seu trabalho sem a sua permissão, né, e eu acho que isso é algo que a gente já enfrenta hoje em dia, né, nas redes sociais ou em qualquer serviço que a gente usa hoje, a gente já tem que lidar com o uso indevido dos nossos dados, e a legislação ela é sempre muito lenta para acompanhar essa evolução. Nessa primeira de inteligência artificial são novos, novos paradigmas aí de usos de dados diferentes, novos desafios para a gente enfrentar e a mesma dificuldade da legislação acompanhar isso tudo. Então hoje existe essa discussão, né, de a empresa poderia usar todos esses dados para fazer treinamento, são dados públicos, não são, eu concedi essa autorização de fato ou não para isso ser utilizado, eu acho que existe, vai existir ainda, vai ser ainda bastante discutido isso no trabalho e infelizmente acho difícil, né, chegar rapidamente numa resolução muito simples para isso. 

Fernanda Vieira: E realmente, né, muitas ferramentas de A hoje utilizaram de fato dados não licenciados para o seu treinamento. 

   

 Pedro Rangel:  Hoje eu recebi inclusive uma newsletter da Teresa Torres e é realmente de hoje que o título é não use a generativa para substituir o discovery com pessoas reais, com humanos. Tá falando de discovery e tal que também é de certa forma parte do do processo criativo de produtos mas a frase que eu achei impactante que eu vou deixar aí para a reflexão é a gente não pode esquecer que enquanto a gente estiver construindo para humanos a gente precisa estar engajado com outros humanos nos esforços de discovery e tecnologia precisa ser mais humana, não menos. Então deixou uma provocação aí bem, inclusive o texto dela é bem legal, recomendo.   Diulia Almada: Isso inclusive tem sido muito abordado também pelo News and Normal Group que também é bem referência, principalmente na parte de design de produtos assim, que a gente consegue do ponto de vista de criação gerar soluções muito legais e que inclusive a inteligência artificial pode viabilizar soluções criativas que é caríssima, você tem que alugar estúdios, você tem que contratar 300 pessoas, poder conseguir fazer e agora não, agora é muito mais acessível e mais em conta, mas essa parte inicial e aí mistura um pouco porque o fluxo de trabalho para soluções visuais é um pouco diferente do nosso produto de discovery do digital, mas ainda assim a gente ainda está sempre criando para pessoas, a gente precisa ouvir das pessoas por mais que a gente vai pegar tudo que a gente aprendeu com as pessoas e jogar na inteligência artificial até para simular os comportamentos e pedir para que essa inteligência artificial se comporte como uma persona que a gente tem, a gente pode utilizar como meio, mas o ponto de origem realmente eu acho que não consegue fugir das pessoas para as pessoas.   Fernanda Vieira: Mas aí você falou uma coisa né, em relação a simplificar algumas coisas mais básicas e tudo mais, e aí eu penso, imagino, você está fazendo um vídeo de marketing por exemplo, e aí normalmente o vídeo de marketing você pega algumas coisas ali de banco de imagem, mas às vezes é exatamente o que você quer, aí imagina que você pode agora usar uma sensora da vida da OpenAI, que você consegue criar vídeos curtos exatamente do jeito que você quer, você tira aí um esforço, um profissional gigantesco, de realmente você ter que gravar aquilo, sabe assim, eu concordo assim, eu falei isso, mas eu concordo ao mesmo tempo como você falou, eu quero tipo assim, que é quando a gente está fazendo trabalhos de criatividade, às vezes a gente também quer saber o por trás, não é só a máquina, né, então.   Lucas: Eu só queria complementar com uma parte da pergunta que fala sobre esse sentimento de injustiça, né, que eu acho que é justamente o ponto que a maioria dos artistas fica preocupado é de roubarem o seu trabalho, de usarem o seu trabalho sem a sua permissão, né, e eu acho que isso é algo que a gente já enfrenta hoje em dia, né, nas redes sociais ou em qualquer serviço que a gente usa hoje, a gente já tem que lidar com o uso indevido dos nossos dados, e a legislação ela é sempre muito lenta para acompanhar essa evolução. Nessa primeira de inteligência artificial são novos, novos paradigmas aí de usos de dados diferentes, novos desafios para a gente enfrentar e a mesma dificuldade da legislação acompanhar isso tudo. Então hoje existe essa discussão, né, de a empresa poderia usar todos esses dados para fazer treinamento, são dados públicos, não são, eu concedi essa autorização de fato ou não para isso ser utilizado, eu acho que existe, vai existir ainda, vai ser ainda bastante discutido isso no trabalho e infelizmente acho difícil, né, chegar rapidamente numa resolução muito simples para isso.  Fernanda Vieira: E realmente, né, muitas ferramentas de A hoje utilizaram de fato dados não licenciados para o seu treinamento.     

Descrição

Este conteúdo é um trecho do nosso episódio: “#259 - Perguntas & Respostas - Tendências em IA para o uso prático”.

Nele, nossos hosts abriram uma reflexão sobre a importância das fases iniciais de construção de uma solução ainda serem feitas por pessoas reais. Além disso, os hosts do podcast Entre Chaves também discutiram a importância do uso da IA na fase criativa e o impacto do uso indevido de dados para treinar essas tecnologias. Ficou curioso? Então, dê o play!

Quer conversar com Os Agilistas? É só mandar sua dúvida/sugestão na nossa página do Linkedin ou pelo e-mail osagilistas@dtidigital.com.br que nós responderemos em um de nossos conteúdos!

Nos acompanhe pelas redes sociais e assine a nossa newsletter que chega todo mês com os assuntos quentes do agilismo através do site.

See omnystudio.com/listener for privacy information.