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os agilistas

Por que a gestão à vista é essencial para os resultados do time

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PEDRO RANGEL: E o sucesso não está no feelling, não é? Você falou aí de acompanhar os OKRs, definir OKRs desde o início, eu lembro disso, a cultura estava lá já. Imagino que seja muito mais evoluído, OKR, não é um negócio que pega de primeira, normalmente leva realmente vários ciclos para ganhar tração. E como que vocês identificam, medem o sucesso, hoje, da plataforma? 

MAURÍCIO GONTIJO: Então, a gente tem, dentro do nosso planejamento estratégico da empresa, a visão dos drivers estratégicos que os executivos estão contratando com toda companhia. Então a gente vem, de fato, descendo todos esses drivers estratégicos, até o nível dos times. Então, por exemplo, se a gente for comentar até um dos assuntos que a nossa presidência abordou no último MRV Day, a gente tem um compromisso, como mercado, de recuperação de margem bruta, durante esse ano, agora, de 2023. As squads que estão envolvidas, principalmente dentro do comercial, com esse resultado de entrega ali de margem bruta, tem os seus OKRs todos voltados para essa entrega, para mexer nesse ponteiro, então a gente faz todo o desdobramento, em um ciclo tri a tri, mas sempre pautado nesse driver estratégico. 

EMANUELLE QUITES: Aí é importante falar que isso não está em nível de diretoria, porque isso realmente é repassado para toda a estrutura do negócio à TI, porque quando a gente vai, que eu ouço isso muito lá, pegar uma demanda e fazer, qual driver estratégico ele está atendendo e qual vai ser o ganho dessa demanda, então faz todos os times pensarem que você está trabalhando com um propósito e alinhado com o propósito da empresa, então isso é bem importante até citar, porque acontece de fato.  

PEDRO RANGEL: E você vê isso nos times? Porque, assim, hoje eu percebo uma mudança, de alguns anos para trás para hoje, eu vejo nos desenvolvedores uma sede por entender o porquê está fazendo as coisas, não é? Você percebe isso lá? 

EMANUELLE QUITES: Exatamente. Percebo, claramente. E assim, isso de perguntar o porquê você está fazendo, todo mundo quer saber, não é, gente? Ninguém faz isso porque tem que fazer. Então se você está alinhado com a empresa, com driver estratégico, tem isso bem definido, o time faz a entrega, vamos dizer, até com mais empolgação, porque você sabe que está ali por trás, e aí quando traz os negócios, igual vocês falaram, as métricas, e você vê, aí o Maurício pode até falar, nas reviews que a gente faz, e ver os números ali, e como você impactou o cliente, é muito legal mesmo, assim, gratificante. Então você vê esse impacto, ninguém quer fazer algo por fazer, então isso é bem legal.  

MAURÍCIO GONTIJO: E hoje a gente tem tornado uma vitrine mais aberta, então a gente quer que todo mundo tenha acesso a isso. Então os times, por completo, sabem que nós estamos sempre trabalhando em cima dos drivers de margem bruta, novas vendas, volume de vendas, geração de caixa, e a gente faz um exercício muito forte, que às vezes a gente é um pouco ansioso, chega uma iniciativa talvez um pouco top down, sempre acaba acontecendo, só que ainda sim a gente provoca os times, qual é o porquê que a gente está fazendo isso aqui, e aí você trouxe a parte de data driven. Então, pessoal, qual é o retorno que a gente vai ter aqui? A gente está em um momento onde a gente tem que efetivamente escolher as coisas que nós vamos atuar, para dar o devido retorno para a empresa. Então a gente até brincou, quando a gente fez uma review, agora, comemorativa, de 100 sprints da nossa plataforma. 

EMANUELLE QUITES: Caramba. 

MAURÍCIO GONTIJO: Pois é. Então, assim, o produto é infinito, não é? O produto nunca acaba. Então nessas 100 sprints, a gente falou que a gente tem a fundação da casa, então mais de 90% das vendas MRV já são por esse produto, a gente tem algumas exceções ainda que não entram lá. Nesse momento que a gente tem essa fundação, a gente, agora, não está na hora, por exemplo, de fazer firulas, digamos assim, então não é a hora de criar uma piscina, ou fazer coisa do tipo, a gente está no momento de tornar essa máquina mais eficiente, e a eficiência conecta muito com os pilares da empresa, então a gente provoca isso junto ao time. Então essa iniciativa que você está trazendo, ela efetivamente está conectada? E aí a gente trabalha em cima, busca dados, e a gente toma decisão, ou não, se a gente vai fazer a atuação. Sempre lembrando que, pegando um pouco da fala do Lucas, a gente está tentando sempre, ao máximo, fazer os nossos planejamentos por trimestres, para a gente ter uma visibilidade e um mínimo de previsibilidade junto aos sponsors, coisas novas que surgem, a não ser que seja uma coisa muito emergencial, que também a gente sabe que acontece, a gente tenta sempre também blindar o time, para que ele saiba no que ele vai estar atuando durante o próximo ciclo.

PEDRO RANGEL: E o sucesso não está no feelling, não é? Você falou aí de acompanhar os OKRs, definir OKRs desde o início, eu lembro disso, a cultura estava lá já. Imagino que seja muito mais evoluído, OKR, não é um negócio que pega de primeira, normalmente leva realmente vários ciclos para ganhar tração. E como que vocês identificam, medem o sucesso, hoje, da plataforma?  MAURÍCIO GONTIJO: Então, a gente tem, dentro do nosso planejamento estratégico da empresa, a visão dos drivers estratégicos que os executivos estão contratando com toda companhia. Então a gente vem, de fato, descendo todos esses drivers estratégicos, até o nível dos times. Então, por exemplo, se a gente for comentar até um dos assuntos que a nossa presidência abordou no último MRV Day, a gente tem um compromisso, como mercado, de recuperação de margem bruta, durante esse ano, agora, de 2023. As squads que estão envolvidas, principalmente dentro do comercial, com esse resultado de entrega ali de margem bruta, tem os seus OKRs todos voltados para essa entrega, para mexer nesse ponteiro, então a gente faz todo o desdobramento, em um ciclo tri a tri, mas sempre pautado nesse driver estratégico.  EMANUELLE QUITES: Aí é importante falar que isso não está em nível de diretoria, porque isso realmente é repassado para toda a estrutura do negócio à TI, porque quando a gente vai, que eu ouço isso muito lá, pegar uma demanda e fazer, qual driver estratégico ele está atendendo e qual vai ser o ganho dessa demanda, então faz todos os times pensarem que você está trabalhando com um propósito e alinhado com o propósito da empresa, então isso é bem importante até citar, porque acontece de fato.   PEDRO RANGEL: E você vê isso nos times? Porque, assim, hoje eu percebo uma mudança, de alguns anos para trás para hoje, eu vejo nos desenvolvedores uma sede por entender o porquê está fazendo as coisas, não é? Você percebe isso lá?  EMANUELLE QUITES: Exatamente. Percebo, claramente. E assim, isso de perguntar o porquê você está fazendo, todo mundo quer saber, não é, gente? Ninguém faz isso porque tem que fazer. Então se você está alinhado com a empresa, com driver estratégico, tem isso bem definido, o time faz a entrega, vamos dizer, até com mais empolgação, porque você sabe que está ali por trás, e aí quando traz os negócios, igual vocês falaram, as métricas, e você vê, aí o Maurício pode até falar, nas reviews que a gente faz, e ver os números ali, e como você impactou o cliente, é muito legal mesmo, assim, gratificante. Então você vê esse impacto, ninguém quer fazer algo por fazer, então isso é bem legal.   MAURÍCIO GONTIJO: E hoje a gente tem tornado uma vitrine mais aberta, então a gente quer que todo mundo tenha acesso a isso. Então os times, por completo, sabem que nós estamos sempre trabalhando em cima dos drivers de margem bruta, novas vendas, volume de vendas, geração de caixa, e a gente faz um exercício muito forte, que às vezes a gente é um pouco ansioso, chega uma iniciativa talvez um pouco top down, sempre acaba acontecendo, só que ainda sim a gente provoca os times, qual é o porquê que a gente está fazendo isso aqui, e aí você trouxe a parte de data driven. Então, pessoal, qual é o retorno que a gente vai ter aqui? A gente está em um momento onde a gente tem que efetivamente escolher as coisas que nós vamos atuar, para dar o devido retorno para a empresa. Então a gente até brincou, quando a gente fez uma review, agora, comemorativa, de 100 sprints da nossa plataforma.  EMANUELLE QUITES: Caramba.  MAURÍCIO GONTIJO: Pois é. Então, assim, o produto é infinito, não é? O produto nunca acaba. Então nessas 100 sprints, a gente falou que a gente tem a fundação da casa, então mais de 90% das vendas MRV já são por esse produto, a gente tem algumas exceções ainda que não entram lá. Nesse momento que a gente tem essa fundação, a gente, agora, não está na hora, por exemplo, de fazer firulas, digamos assim, então não é a hora de criar uma piscina, ou fazer coisa do tipo, a gente está no momento de tornar essa máquina mais eficiente, e a eficiência conecta muito com os pilares da empresa, então a gente provoca isso junto ao time. Então essa iniciativa que você está trazendo, ela efetivamente está conectada? E aí a gente trabalha em cima, busca dados, e a gente toma decisão, ou não, se a gente vai fazer a atuação. Sempre lembrando que, pegando um pouco da fala do Lucas, a gente está tentando sempre, ao máximo, fazer os nossos planejamentos por trimestres, para a gente ter uma visibilidade e um mínimo de previsibilidade junto aos sponsors, coisas novas que surgem, a não ser que seja uma coisa muito emergencial, que também a gente sabe que acontece, a gente tenta sempre também blindar o time, para que ele saiba no que ele vai estar atuando durante o próximo ciclo.

Descrição

Este conteúdo é um corte do nosso episódio: “#224 – Como a MRV simplificou a conquista da casa própria com a transformação digital”. 

Nele, Lucas Junqueira, Gestor de produtos digitais e Maurício Gontijo, Líder de produto, ambos da MRV, falam sobre a importância que a visibilidade e uma boa definição de OKR’s teve para que os projetos da empresa tivessem resultados excepcionais. Quem também trouxe comentários incríveis sobre gestão ágil foi Emanuelle Quites, Scrum master da dti digital. Ficou curioso? Então, dá o play! 

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