
Empresas que curam: despertando a consciência dos negócios para ajudar a salvar o mundo
Indicado no episódio:
#366 - A diferença entre ser escutado e ser obedecido na liderança
Indicado por:
Rodrigo Corrêa Leite indicou “Empresas que Curam”, de Raj Sisodia e Michael J. Gelb. A escolha segue o tom que ele usou no episódio inteiro: tratar a escuta como algo que dá para medir, e não como assunto subjetivo. Ao explicar a indicação, ele disse que pensou em quem ouve o podcast, “profissionais que lideram desafios grandes”, e foi atrás de quem pesquisa o tema.
O livro reúne casos de grandes corporações globais que adotaram um modelo de gestão humanizado e mostra o resultado dessa escolha no negócio, na comunidade e no ecossistema onde elas atuam. Rodrigo deixa claro de que tipo de leitura se trata: “não tem nada de autoajuda aqui. São dezenas de casos de grandes corporações globais que adotam um modelo humanizado.”
No episódio, Rodrigo contou que as empresas investem em tecnologia, inteligência artificial e marketing, mas quase não investem em ensinar os líderes a conversar. Ele citou uma meta-análise com mais de 15 mil gestores dos piores climas organizacionais do mundo, em que a causa mais citada foi justamente a falta de habilidade com conversas. O livro leva esse raciocínio da equipe para a empresa inteira: humanizar a gestão é estratégia de negócio, não é distribuir camiseta e bombom, como ele mesmo disse.
Para um líder que ainda acha que escuta e cuidado com as pessoas são “papo”, o livro serve como prova. É assim que Rodrigo o apresenta: “se você acha que isso é um papo, vem cá, vou te mostrar com o resultado, tem pesquisa aqui mostrando.”
